sábado, 31 de maio de 2008

A história de Wolfgang Amadeus Mozart (O pequeno prodígio)


Wolfgang Amadeus Mozart nasceu em 1756 em Salzburg (Áustria). Seu pai (Leopoldo) era um músico famoso, fazia instrumentos e compunha músicas.
A família Mozart vivia num terceiro andar de um prédio, numa rua muito bonita e tipicamente italiana, hoje desaparecida. Leopoldo ensaiava a sua pequena orquestra em casa. Por isso, o pequeno Amadeus respirava música.
Não conseguia fazer nada sem pôr sons de harmonia. Cantava marchas em todas as brincadeiras que tinha. Aquele rapaz em todas as coisas punha um som.
Aos quatro anos de idade sabia de cor as músicas da irmã Nannerl e tocava um pequeno violino como se tivesse aprendido.
O seu pai não cabia em si de contente, queria mostrar aquela maravilha ao Mundo.
Mozart tinha apenas seis anos e tocava como um adulto.
Ele e a sua irmã (Nannerl) foram a Viena. Nessa altura, viajava-se de carruagem porque não havia ainda comboios.
O pai Leopoldo contava as moedas que premiavam o tocar daquele menino: ele tocava com o teclado tapado, adivinhava as notas que alguém tocava na sala ao lado… mas tinha uma saúde muito débil.
Depois de Viena, outras viagens se seguiram e Mozart conheceu vários países da Europa. Aos dezasseis anos começa a trabalhar como Mestre de Concerto: aceitava encomendas de composições, dava aulas, mas detestava ter alunos. Queria viver a vida apenas compondo música para todos os instrumentos… mas neste tempo não chegava para sobreviver!
Com vinte e seis anos vai viver definitivamente para Viena e conhece Constança, filha de um músico, e casa-se com ela, contra a vontade do pai. Dessa relação nascem sete filhos mas só dois sobrevivem.
Antes dos trinta anos, Mozart já tinha composto dezenas de obras que ainda hoje são famosas em todo o mundo. Mas as dificuldades financeiras tornavam-se graves. Ele e Constança gostavam de festas, roupas e caixas de rapé em prata… Mozart compunha à velocidade do vento, noite e dia sem parar, sem dormir e sem se alimentar convenientemente.
Com trinta e cinco anos adoece gravemente. Sempre a compor, começa a ter visões, fruto da sua imaginação e cansaço cerebral. As suas duas últimas obras (a ópera “Flauta Mágica” e missa de “Requiem”, que não teve tempo de terminar) foram compostas ao mesmo tempo. No entanto, o Requiem (missa de defuntos), encomendado por uma misteriosa personagem vestida de negro como a imagem da morte, fá-lo imaginar que seria tocada no seu próprio enterro.
Numa fria noite de Dezembro de 1791, Mozart morre no seu quarto em Viena, vítima de… não se sabe ao certo: cansaço físico e cerebral, cirrose (doença do fígado), febre tifóide ou envenenamento. Mas, ao fim de três séculos, ainda hoje é visto como um dos maiores génios da história da música.

Imagens: relacionadas com o tema.

Referências: O meu primeiro Mozart de Rosa Mesquita, Dom Quixote.

Autores: Ariana Saro.

Data de publicação: 31 de Maio de 2008.

6 comentários:

ana disse...

Está muito interessante o teu trabalho. Espero que continues assim Ariana!

Raquel Machado disse...

Boa fiseste um trabalho sobre Mozarte muito bem!!!!! lol

andre disse...

ta grande mas ta bom haaa lol

Anônimo disse...

este trabalho está muito bem feito...

Luísa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luísa disse...

Etá muito giro. Espero que continues assim Ariana!