Ninguém pode viver sem um nome!
O nome identifica um cidadão como membro de uma família e de um País.
Mas o nome que se dá a uma criança pode influenciar decisivamente a sua personalidade.
Segundo os psicólogos quando uma pessoa se apresenta-sabendo que essa apresentação tem como base "dizer quem é" - o seu nome transforma-se numa representação, ou seja, não é a mesma coisa dizer "Sou a Maria" ou dizer "Sou a Ticha Villalobos". Uma e outra atitude significam representações diferentes. Também é diferente dizer "Olá, sou o Zé" do que dizer "Olá, sou o Bernardo Vaz Pinto". Cada apelido caracteriza cada pessoa.
Um nome marca o lugar de um cidadão no Mundo.
As crianças, por exemplo por vontade dos pais, padrinhos ou avós põem-lhes nomes muito fora do comum. Então são esses nomes que provocam às vezes aquelas queixas como "estão a gozar comigo, stôra!".
Já pensou no que é passar uma vida inteira com um nome como Evelásio, Obdúlia, Xerxes ou então Anielo, Ragendra ou Nicásio?
A verdade é que a maior parte destes nomes têm vindo a ser autorizados pelo Registo Civil. A regra é pertencer à onomástica portuguesa, não deixar dúvida sobre o sexo nem ter referências de carácter político, nomes de coisas, animais ou qualidades.
Só por curiosidade:
Aixa, Ocridalina, Nádege, Sunamaita, Hermes, Râdamas ou Santo António são alguns dos nomes admitidos.
Benfica, Hari, Fantasia, Jubileu, Rosa Laranja ou Sol Silvestre são nomes absolutamente recusados.
Referência: Revista QUO de Março de 2002 (páginas 26 a 31).
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